mesa colorida

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Terça-feira foi o dia do lanche da minha mãe com as amigas. Além de fazer a cheesecake, arrumei a mesa com meus guardanapos floridos e os vidrinhos que roubei/ganhei do casamento da Liana – e que forem feitos pelos noivos. Uma casa com louças bonitas, taças e copos de cristal é outra coisa ~

p.s.: guardanapos de pano amarrados com um raminho de mosquitinho ia ficar fofo ♥

meus guardanapos de florzinha, da Tok&Stok (sempre que passo lá compro um novo)

vidrinhos da Li, que todo mundo adorou

 

luzes perenes

luzes na cozinha

a parte da minha decoração de natal de que mais me orgulho é a estante da cozinha. ela e a árvore são capazes de iluminar a casa toda, e gosto de ficar só com essa luz baixinha à noite. estou considerando deixar as lâmpadas nela o ano todo, achei que é maior que o natal.

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na verdade, essa estante é a parte da decoração da casa toda que mais me orgulho no momento. porque é a única que realmente está como eu quero (e que eu consigo manter arrumada. pelo menos desde que a organizei toda, antes de decorar com as luzinhas).

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eu comprei a estante quando ainda estava no outro apartamento, para colocar no meu quarto. ela é bem mais verde do que me pareceu no site, e não é muito prática pra colocar livros e dvds. mas quando me mudei pra cá já vi que ela caberia bem na cozinha, pra resolver minha falta de espaço (e excesso de bugigangas). no fim acho que ela nasceu pra estar ali (:

holy, holy, holy

It’s Christmas Time! by Sufjan Stevens on Grooveshark

Quinta-feira passada, cheguei em casa depois das 22h, depois de comer a tarde toda com a família na casa da minha tia. Era véspera da minha primeira folga de feriado do ano.

A caixa da árvore de natal já estava aqui, tirei do topo do guarda-roupas do meu irmão há alguns dias. Então coloquei os álbuns de natal do Sufjan Stevens pra tocar (espero o ano inteiro pra isso), acendi umas velas e iniciei uma nova tradição natalina (:

Give it away!

Pra quem é uma “acumuladora”, como diz o meu pai (vide programa do Discovery Home&Helth), isso não é um comportamento típico… mas eu adoro fazer limpa no guarda-roupas e ver as montanhas de roupas que não uso mais se acumulando no chão.

Claro que rolam aqueles momentos “mas é tão bonitinho, mas fulano me deu, mas eu trouxe de tal lugar, mas eu ainda vou usar” e algumas coisas ficam, mas na próxima limpa elas se vão. E não há um calendário pra fazer isso, faço com frequência e sempre que dá vontade.

Mas eis que agora é um bom momento: tem gente precisando mais que nunca. Com as enchentes em Rio do Sul (e em todo o Vale do Itajaí), o que saiu da última faxina já ganhou destino. Quem está perto de algum abrigo pode doar diretamente, como nós fizemos aqui perto de casa.

get rid of it all! give it away.

In the closet

Bolsas de corrente (vintage do armário da mãe e topshop), sacola da Vivienne Westwood que virou decoração, vestido da Guess.


Aproveitando o trocadilho com o post anterior, eis o primeiro móvel projetado por mim. O investimento foi da minha mãe (obviamente), quando voltei para casa e o meu guarda-roupas da adolescência não comportava mais tudo que comprei na Zara em 5 anos de Floripa, ou na H&M e Topshop em alguns meses de Inglaterra. E deus sabe que quando eu for embora de novo, ela vai poder aproveitar para guardar todos seus finds de outlet (shoppoholismo vem nos genes). Mas se há um motivo pra eu querer ficar… é esse guarda-roupas!

1. O retrato pouco fiel de um artista de rua em Montmartre estava enfiado em uma gaveta. Assim ele fica exposto, porém escondido. (Eu não sou assim torta!)

2. Uma vergonha para uma aspirante a modern accomplished girl e filha da minha mãe, mas minhas roupas não são dobradas todas do mesmo tamanho. I’ll have to work more on that.

3. Todo meu amor para essa gaveta!

As principais coisas levadas em consideração foram:

Gavetas, muitas gavetas. Underwear, cintos, lenços, cachecóis, luvas, biquinis… todos merecem um cantinho pra chamar de seu. E as divisões dispensam as caixas que eu usava para organizar gavetas gigantes.

– Muito espaço para cabides, que é a minha forma preferida de guardar roupas (faltam os cabides iguais, meu sonho a ser realizado). Na porta da direita deixei bastante espaço para guardar vestidos e casacos longos (ali tinha uma prateleira embaixo, que achei inútil e tirei), mas a outra porta ficou com uma altura boa pra isso também.

Mais prateleiras, com uma distância menor entre elas. Assim não preciso fazer pilhas gigantes de roupas, e sim várias pilhas pequenas, que ficam menos bagunçadas.

E last but not least:

Puxadores no meio das portas. Minha mãe demorou para entender esse conceito. Eu usava os puxadores do meu antigo armário para pendurar cabides (e na verdade a ideia era mais para ter onde pendurar roupas para fotografá-las, o que antes me dava bastante trabalho). Agora virou parte da decoração do quarto. Dá pra colocar bolsas, colares, chapéus…